Homem é condenado a 33 anos por matar ex-namorada em Suzano
27/03/2026
(Foto: Reprodução) Juri do caso Isabelly Joana é realizado em Suzano
Yan Oliveira foi condenado a 33 anos e 4 meses de prisão pelo assassinato da ex-namorada Isabelly Joanna Silva de Santana, de 20 anos, em Suzano, segundo o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP). A pena deve ser cumprida em regime inicial fechado, e o réu não poderá recorrer em liberdade.
O crime aconteceu em maio de 2025, na cidade, quando a jovem foi atacada com golpes de faca pelas costas na rua. Ela chegou a ser socorrida, mas não resistiu aos ferimentos.
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De acordo com o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), o Conselho de Sentença reconheceu causas de aumento de pena, como o uso de recurso que dificultou a defesa da vítima e o emprego de meio cruel. Com isso, a condenação foi por homicídio duplamente majorado.
Antes do início do julgamento, familiares e amigos da vítima protestaram em frente ao fórum
Aniele Santos/TV Diário
O júri popular foi encerrado na noite desta quinta-feira (26), no Fórum de Suzano.
O julgamento ocorreu em segredo de justiça, sem acesso do público e da imprensa. Segundo o tribunal, a medida é prevista em lei para casos de violência doméstica e familiar contra a mulher, com o objetivo de proteger a intimidade da vítima. Apenas a mãe de Isabelly, que atuou como assistente de acusação, pôde acompanhar a sessão.
Antes do início do julgamento, familiares e amigos da vítima se reuniram em frente ao fórum. Durante a tarde, foram ouvidas testemunhas, incluindo a mãe e pessoas próximas à jovem.
A defesa do acusado não se manifestou até a última atualização desta reportagem.
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Relembre o caso
Isabelly morreu após ser esfaqueada pelo ex-companheiro na rua Biotônico, na Vila Urupês, no dia 15 de maio de 2025.
De acordo com o boletim de ocorrência, o jovem surpreendeu a vítima na rua e a golpeou pelas costas, na região lombar, com uma faca. Isabelly chegou a ser socorrida com vida e levada ao Hospital e Maternidade de Suzano (HMS), mas não resistiu aos ferimentos.
O jovem confessou a autoria do crime, alegando que mantinha um relacionamento anterior com a vítima e que estava sendo difamado por ela, mas não especificou qual seria o conteúdo dessa suposta difamação.
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